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Música: Buraka Som Sistema – Estrondosa Liberdade

Há quem considere que Buraka Som Sistema é significado de barulho, batidas desconcertadas, palavras sem nexo numa língua inventada e dança estranha.

Para outros – os que estão preparados – Buraka Som Sistema é liberdade.

Ouvi este grupo ao vivo, pela primeira vez, na Queima das Fitas do Porto. Fiz o que faço sempre: ouço o último álbum da banda/artista que vou ver em concerto, dias antes do mesmo, uma vez que ouvir novidades em palco é algo que me impede de desfrutar plenamente da experiência. Eu gosto de cantar e dançar – ok, abanar será o termo mais correto.

Naquela altura ouvi o álbum Black Diamond cujo embaixador era o single Kalemba (Wegue Wegue). A ouvir no trabalho e em casa teci a minha primeira opinião: é interessante e um pouco diferente do que tenho ouvido. E de cada vez que ouvia o álbum, sentia uma certa energia crescer em mim.

Foi preciso estar presente naquele concerto para afirmar veementemente que Buraka Som Sistema é um estrondo. Trauteei e abanei-me que nem um louco. Suei de tal modo que parecia que me tinham despejado um balde de água. Foi uma noite espetacular, senti-me livre. Aquele som tomou conta do meu corpo e da minha mente até ao regresso do silêncio – neste caso ausência de música, porque o silêncio não tem lugar no Queimódromo.

O segundo concerto que vivi – sim, vivi! – de Buraka Som Sistema foi na Sala Suggia da Casa da Música. Alguém estranhou? É uma sala com lugares sentados. Mas, desde que se começou a ouvir a primeira batida, a sala vibrou, a audiência levantou-se e preparou-se para se deixar eletrificar, essencialmente, ao som de Komba. Apenas permaneceram sentadas aquelas pessoas que pareciam ter ido ali parar por um capricho do acaso ou por desconhecimento do evento que ali tomava lugar.

 

Ordinarices: Sou Escravo do Dinheiro

Segunda-feira:

Acordar. Higiene pessoal. Pequeno-almoço. Trânsito. Primeira picagem de cartão do dia.

Assim começa a rotina de mais um dia. E basta acordar para começar a sentir a pressão do que aí vem: trabalho, trabalho e mais trabalho.

Ao café junta-se o stress.

Ao planeamento do dia juntam-se os imprevistos urgentes – são sempre urgentes!

Ao fim do dia, já exausto, a última picagem.

Ginásio – para tentar libertar o stress do corpo e da mente.

Regressar a casa. Arrumar coisas que andam sempre espalhadas por preguiça de as colocar no devido local à primeira. Tratar da louça que sai da máquina e da louça que espera por entrar na mesma. Cozinhar e jantar.

Um pouco de “descanso” em frente à TV, de Portátil ligado e Smartphone na mão. Às vezes lá aparece alguém com um convite para café, que por muito cansado que esteja, tento aceitar.

As horas passam e a cama - que já me devia ter abraçado o corpo há horas – berra por mim. Cedo e deito-me.

Terça-feira:

Mais do mesmo.

Quarta-feira:

Mais do mesmo.

Quinta-feira:

Mais do mesmo.

E sexta-feira:

- “Bom dia, alegria!” – Já estou quase de fim-de-semana.

À noite, ou me puxam para sair de casa, ou fico morto de cansaço no sofá!

Sábado:

Aproveitar para acordar tarde. Arrumar e limpar a casa.

Almoçar e desejar que esteja bom tempo para ir passear de motinha até alguma esplanada.

Jantar e conviver.

Domingo:

Acordar tarde. Almoçar com os pais. E, mais uma vez, desejar que esteja bom tempo para ir passear de motinha até alguma esplanada.

Ficar deprimido porque o fim-de-semana está quase a terminar.

Jantar e vegetar em frente da TV.

Segunda:

Volto a repetir tudo novamente.

 

E penso: “Serei eu um escravo do trabalho”.  

 

Cinema: Os Filmes de Língua Castelhana e La Cara Oculta

Confesso o meu fascínio e entusiasmo pelos filmes de terror espanhóis ou de língua castelhana. Até à data ainda nenhum me desapontou, o que só faz crescer a minha vontade de ver estes filmes.

Antes de escrever um pouco acerca do último filme que vi - La Cara Oculta – aponto como referências pessoais:

E não nos esqueçamos que o argumentista e realizador de The Others – sim, o da Nicole Kidman – é espanhol.

 

E passo ao filme colombiano ao qual assisti recentemente: La Cara Oculta. Infelizmente vi o trailer antes de ver o filme – Não o façam! O trailer disponível revela demasiado do enredo e quando se assiste ao filme, logo de início sabemos qual é o mistério. Teria sido uma experiência mais interessante se não tivesse conhecimento do segredo revelado no trailer. A descrição do site IMDB é mais do que suficiente: «A Spanish orchestra conductor deals with the mysterious disappearance of his girlfriend».

Vou tentar fazer um resumo mais alargado um pouco, que vos atraía a ver o filme sem ser um spoiler

 

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